
O livro é uma reflexão filosófica sobre a condição humana e o lugar do indivíduo no mundo. A narrativa segue um personagem que busca entender a natureza da realidade e sua própria existência, questionando a relação entre a mente e o corpo. A obra explora temas como a liberdade, a responsabilidade e a condição humana, apresentando uma visão pessimista sobre a capacidade do ser humano de alcançar a verdadeira felicidade. A linguagem é poética e metafórica, criando um ambiente sombrio e reflexivo. O livro é uma crítica à sociedade moderna e ao individualismo que ela promove, destacando a solidão e a alienação como características da condição humana contemporânea.
By Carlos Drummond de Andrade · First published 1933 · Genre: Poetry, Philosophical, Existential · 933 words
E como eu palmilhasse vagamente uma estrada de Minas, pedregosa, e no fecho da tarde um sino rouco se misturasse ao som de meus sapatos que era pausado e seco; e aves pairassem no céu de chumbo, e suas formas pretas lentamente se fossem diluindo na escuridão maior, vinda dos montes e de meu próprio ser desenganado, a máquina do mundo se entreabriu para quem de a romper já se esquivava e só de o ter pensado se carpia.
A Máquina do Mundo is listed on Textopian as a poem by Carlos Drummond de Andrade, dated 1933 CE.
This source record anchors work identity, reading entry points, and catalog context for checking claims about the work.
Poesia · Modernismo · Simbolismo · Metafísica · Filosofia · Mito · Realismo Mágico · Utopia · Dialética · Consciência · Subjetividade · Objetividade